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Estudante de Direito
João Paulo da Silva
Juiz de Fora (MG)
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Sobre mim
estudante de Direito em constante busca por conhecimento.
Estudante de Direito, cursando o 5º período no Instituto Metodista Granbery. Estagiário.
Comentários
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João Paulo da Silva
Comentário ·
há 12 anos
Delação premiada: a “Geni” dos criminosos do colarinho branco
Luiz Flávio Gomes
·
há 12 anos
Bendita!
O poder punitivo deve sempre ser levado a todos aqueles que se desviam do que as regras de conduta (leis) prescrevem. No entanto, o Direito é, e sempre será, ferramenta para a melhor convivência social possível.
Se pensarmos em um "Estado de Natureza", onde não há regras sociais, mas apenas o senso individual e egoístico de justiça, ao unirmos nossas ideias em torno de um caso específico, provavelmente haverá consenso em que se deve "privilegiar", em termos, aquele que delata o grande esquema, prestando sim um grande favor à nação. É o caso de "deixar a formiguinha solta para pegar todo o formigueiro".
No entanto, as divergências quanto a essa teoria também devem ser respeitadas e levadas muito em consideração. Seria fácil demais usar do aparelhamento estatal para enriquecimento ilícito e estupro dos bens públicos, e, à menor chance de ser pego com a "boca na botija", abrir seu HD e mostrar todo o esquema em troca da tão sonhada premiação.
Há várias formas de se aplicar a delação premiada, como o próprio texto reproduz: diminuição da pena, progressão de regime e até a não denúncia do delator; cabe a alguém competente julgar o que for mais justo ao caso.
Certo é que a delação veio para, pelo menos, mostrar à população que nossos governantes são mais sujos do que sempre supomos e pensamos e, com isso, buscar a verdadeira justiça e punição àqueles que nos privam (o povo) das benfeitorias que poderiam ser realizadas, para que sejam utilizadas e repartidas entre eles.
Muito bom texto para essa análise e reflexão sobre o tema.
Parabéns!
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João Paulo da Silva
Comentário ·
há 12 anos
O que acontece com as dívidas após a morte da pessoa? É obrigação dos herdeiros pagá-las?
Alessandra Strazzi
·
há 12 anos
Muito bom saber disso! Na maioria dos casos de falecimento, o choque pela tragédia não nos deixa pensar em coisas práticas, como por exemplo as dívidas deixadas pelo de cujos.
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João Paulo da Silva
Comentário ·
há 13 anos
Suplente de cargo de direção da CIPA tem direito a estabilidade
Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região
·
há 13 anos
Espero que este entendimento seja pacificado nos tribunais. O problema é a legislação. A NR 5 da portaria 3214/78 estabelece que apenas os membros eleitos para o cargo de direção devem ter estabilidade. Entretanto, como entendido pelo tribunal, sou a favor que essa estabilidade seja conferida também aos suplentes, uma vez que estes participem ativamente do universo que a CIPA atua. Há suplentes que estão na Comissão apenas para fazer número, o que, na minha opinião, desqualifica a percepção da estabilidade.
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Tribunal de Justiça de Minas Gerais
Inteiro Teor ·
há 9 anos
Tribunal de Justiça de Minas Gerais TJ-MG - Apelação Cível: AC XXXXX-42.2012.8.13.0145 MG
EMENTA: APELAÇAO CÍVEL - AÇAO DE INDENIZAÇAO - CERCEAMENTO DE DEFESA AFASTADO - PROGRAMA POUPANÇA JOVEM - EXCLUSAO - DECRETO ESTADUAL Nº 44.548/2007 - BENEFÍCIO FINANCEIRO - REQUISITOS - ILEGALIDADE...
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Aislan Machado
Notícia ·
há 7 anos
Lei Maria da Penha prevê que o agressor deve ressarcir ao SUS os custos dos tratamentos prestados às vítimas em situação de violência doméstica
Publicada no Diário Oficial de hoje (18/09/2019), a Lei 13871 /2019 acrescenta três parágrafos ao art. 9º da Lei 11340 /2006 ( Lei Maria da Penha ) e traz ao agressor a obrigação de ressarcir todos...
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Belmiro Araujo
Comentário ·
há 9 anos
O executado não quer pagar e está se valendo de artifícios. O que fazer?
Salomão Viana
·
há 9 anos
Respeito sua posição, mas não podemos aceitar isso com naturalidade, sob pena de estarmos incentivando a cultura do calote.
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